Exerceu funções em várias sociedades controladas pela família Queiroz Pereira, com interesses no sector imobiliário, hotelaria, agricultura, energias renováveis, automóvel, e artefactos e pré-fabricados de cimento[3]. Foi membro do Conselho de Administração do Hotel Ritz e do Banco Espírito Santo. Em 1995 expandiu os interesses da família Queiroz Pereira para a indústria cimenteira, com a aquisição da Secil e, posteriormente, para a indústria do papel, com a aquisição de 30% da Portucel, empresas onde exerceu funções como presidente do Conselho de Administração; acumulando com o de presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Semapa.
Nasceu no Porto a 03/12/1884, filho de Constantino do Vale Coelho Pereira Cabral e de D. Sofia Baldaque Pinto de Fonseca. Foi Presidente do Club Portuense, Tesoureiro da Santa Casa da Misericórdia do Porto e administrador do Caminho de Ferro do Porto à Póvoa e Famalicão. Recebeu a Medalha de Ouro da Legião Portuguesa e os títulos de Comendador da Ordem de Cristo e de Fidalgo de Cavaleiro da Casa Real. Casou no Porto com D. Isabel da Pita Malheiro Marinho Falcão de Castro, vindo morar para a Casa de Juzam, aqui falecendo em 05/04/1961. in "A Terra de Leovigildo"
Uma localização singular, com possibilidade de expedição por mar e terra, próxima de Setúbal e junto ao rio Sado, e a riqueza do filão de calcários e margas foram argumentos mais que suficientes para que, em 1904, nascesse, na serra da Arrábida, num local onde já existia exploração de materiais desde o século XVIII, uma fábrica de cimento.
Do resultado da fusão de duas empresas que operavam na região nasceu, em 1930, a Secil – Companhia Geral de Cal e Cimento. Desde essa já longínqua década de 30 do século passado até aos dias de hoje, muitas foram as alterações.
Para além das inevitáveis mudanças tecnológicas e o despertar de uma consciência ambiental, o destaque vai para a aquisição, por parte da Semapa, dos 51% do capital da Secil e dos 100% da CMP – Cimentos Maceira e Pataias, em 1994. Na origem da CMP esteve a fábrica da Maceira-Liz, inaugurada em 1923, e a fábrica Cibra-Pataias, fundada em 1950. Desde 2011 que a Semapa é detentora da totalidade do capital da Secil.
A freguesia de Maceira foi elevada à dignidade de Vila, a 20 de Junho de 1991, por decisão da Assembleia da República e na sequência de proposta do deputado leiriense João Poças Santos, sendo vereador da Cultura e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Leiria o Senhor Dr. Vítor Lourenço, defensor exímio dos interesses da população de Maceira.
As suas gentes chegaram aos mais recônditos lugares, desde a Europa e África, até às Américas e Ásia. No entanto, a saudade e o amor às suas raízes quase sempre venceram: por isso, muitos regressaram à terra que os viu nascer, num abraço que jamais se desfará. Como diria Miguel Torga: Dei a volta ao Mundo, mas venho dormir à terra onde nasci…
Ignora-se quem foram os primeiros povos que habitaram estas paragens de Maceira. Tudo leva a crer que tenha sido habitada por povos pré-históricos, na medida em que foram encontrados nesta área utensílios dessa época, como pedras de corte, machados, sílex e outros.
1924 - Criação da Lex – Companhia de Seguros
Em 1913, surge a Mundial tendo ao longo das suas quase nove décadas de vida, incorporado outras seguradoras, sendo as mais importantes A Pátria-Sociedade Alentejana de Seguros, fundada em 1915 e a A Confiança, Companhia Aveirense de Seguros, fundada em 1940.
Em 1975, dá-se a nacionalização de todas as companhias de seguros de capital português, passando a estar agrupadas por grupos.
1992 - Em 14 de Abril, realiza-se a reprivatização da Mundial-Confiança, tendo o controlo acionista sido reassumido pelo grupo empresarial, que detinha participação maioritária no período anterior à nacionalização da seguradora.