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Registo de autoridade
BMW - Bayerische Motoren Werke
BMW · Empresa · 06/03/1916 -

Ao contrário do que poderá parecer a história da BMW começa não nas estradas mas nas nuvens, A Bayerische Flugzeug-Werke (BFW – Fábrica Aeronáutica da Baviera) é fundada a 7 de Março de 1916 e a Otto-Werke (a fábrica de motores) funde-se na nova companhia. A Bayerische Motoren Werke (BMW – Fábrica de Motores da Baviera) adquire a fábrica da BFW em 1922. A BMW adopta a data de fundação da BFW e dá inicio a uma história de sucesso.

José Alves Correia da Silva
JACdS · Pessoa singular · 15/01/1872 - 04/12/1957

05/08/1894 - Ordenado padre no Porto
25/07/1920 - Ordenado bispo de Leiria

Câmara Municipal de Leiria
C.M.L. · Entidade Pública · 1545 -

O Concelho de Leiria ocupa uma posição privilegiada no quadro do nosso país e particularmente no plano regional.
Confina a Norte com o Concelho de Pombal, a Este também com o de Pombal e com o de Ourém, a Sul com o da Batalha e o de Porto de Mós, a Oeste é limitado pelo Concelho da Marinha Grande e pelo Oceano Atlântico.
Fica inserido na Região Centro e apresenta-se como área de grande influência socioeconómica e fortemente representativa do total da região.
A cidade de Leiria, sede de concelho e capital de distrito, fica a uma distância de 146 quilómetros de Lisboa e de 72 quilómetros de Coimbra, sendo a sua localização um dos elementos principais que concorre para o seu crescimento e desenvolvimento. Leiria é servida por um importante conjunto de infra-estruturas rodoviárias, nomeadamente a A1, a A8, a A17, a A19, o IC2 e as EN 109, 242 e 113.
Leiria é o centro de uma região que junta à agricultura e à pecuária tradicionais as indústrias de moldes, alimentos compostos para animais, moagem, serração de madeiras, resinagem, cimentos, metais, cerâmica, plásticos, serração de mármores, construção civil, comércio e turismo citadino e ambiental.
Ainda hoje o Castelo de Leiria permanece indelével símbolo monumental da história da Cidade. Guarda no interior das imponentes muralhas os vestígios das diversas fases de ocupação: desde fortaleza militar a palácio real.
No entanto, a história da ocupação humana junto às margens do rio Lis e seus afluentes é muito anterior à Idade Média. Há centenas de milhar de anos, durante os primórdios da ocupação humana na Península Ibérica, quando os instrumentos principais eram feitos de pedra, o homem deixou-se encantar por estas paisagens envolventes, entre o mar e a serra...

Américo Cortez Pinto
ACortezPinto · Pessoa singular · 1896 - 1979

[1927] - prestou serviços como médico na Fábrica da Maceira-Liz,

Câmara Municipal de Setúbal
CMS · Entidade Pública · [1525] -

Após a conquista de Palmela aos mouros e do estabelecimento da Ordem de Santiago da Espada, Setúbal foi repovoada, primeiro na colina de Santa Maria e, progressivamente, na zona baixa que se estende até ao atual bairro de Troino. Recebeu, em 1249, de D. Paio Peres Correia, mestre da Ordem, a primeira carta foral.
Setúbal, com uma extensão territorial relativamente diminuta, teve de afirmar-se, lutando com os concelhos vizinhos de Palmela, Santiago do Cacém e Alcácer do Sal, já então constituídos.
Com as dificuldades apresentadas pelos habitantes, no que diz respeito à entrada e venda de produtos trazidos de Sesimbra, Palmela e Alcácer, o mestre de Santiago, D. Garcia Peres, em 1343, deu execução a uma carta de D. Afonso IV, que delimitava o termo de Setúbal, tendo sido construída uma cortina de muralhas.
Ao longo do século XV, a vila desenvolveu atividades económicas, ligadas sobretudo, à indústria e ao comércio, tirando rendimentos elevados com os direitos cobrados pela entrada no porto.
Os primeiros conventos franciscanos, um deles o Convento de Jesus, foram construídos em Setúbal durante esse século.
A época dos Descobrimentos trouxe um grande desenvolvimento, tendo D. Afonso V, em 1458, partido do porto de Setúbal à conquista de Alcácer Ceguer.
A construção de um aqueduto, em 1487, que conduzia a água à vila, iniciada por D. João II, terminou no reinado de D. Manuel. Este monarca reformou o foral da vila, em 1514, devido ao progresso e aumento demográfico que Setúbal tinha registado ao longo do último século.
O título de “notável villa” é concedido, em 1525, por D. João III. Foi este título que proporcionou a criação, em 1553, por carta do arcebispo de Lisboa, D. Fernando, de duas novas freguesias, a de S. Sebastião e a da Anunciada, que se juntaram às já existentes S. Julião e Santa Maria.
A cerca de dois quilómetros do centro de Setúbal, o Rei D. Filipe II mandou edificar uma fortaleza – de S. Filipe –, cujos trabalhos foram iniciados em 1582.
No início do século XVIII, a população setubalense solicitou que S. Francisco Xavier fosse eleito padroeiro da cidade.
O terramoto de 1755 destruiu e danificou muitos edifícios, tendo as freguesias localizadas na zona mais baixa de Setúbal sido as mais afetadas.
Ao longo do século XIX, o desenvolvimento económico e social transformou a vila num dos mais importantes centros comerciais e industriais do País. A elevação a cidade deu-se em 1860, por carta régia, após solicitação da Câmara, dois anos antes, ao Rei D. Pedro V.
Nessa altura, foi inaugurada a via-férrea Barreiro/Setúbal e, em 1863, a iluminação a gás. As obras de aterro sobre o rio iniciaram-se, fazendo nascer a Avenida Luísa Todi.
Setúbal foi elevada, em 1926, a sede de distrito e, em 1975, a cabeça de diocese.

Governo Civil de Leiria
GCL · Entidade Pública · 1835 - 2011

A constituição de 1822 veio estabelecer a divisão do território em distritos, embora estes só viessem a ser instituídos pela Lei de 25 de Abril de 1835, tendo as bases da reforma dessa lei sido desenvolvidas pelo Decreto de 18 de Julho de 1835, que no seu artigo 35º veio consignar por Governador Civil o Magistrado Administrativo do Distrito a que se refere o artigo 4º daquela lei.

Os Governos Civis estão legislados por numerosos diplomas, nomeadamente pelo Código Administrativo, pelo Decreto-Lei nº363/84 de 21 de Novembro e pelo Decreto-Lei nº399-B/84, de 28 de Dezembro. Tiveram tutela administrativa sobre as autarquias locais. Têm funções de representação do Governo no Distrito, concessão de passaportes, concessão de autorização de abertura de todos os estabelecimentos hoteleiros, estabelecimentos similares e outros empreendimentos turísticos situados no distrito, concessão de licenças de exploração para máquinas eléctricas de diversão e seus registos, concessão de autorizações para provas desportivas nas vias públicas, concessão de autorizações e licenças policiais, nos termos dos regulamentos distritais, organização de processos de contra-ordenações e aplicação das coimas.

Hidroeléctrica do Alto Alentejo
HEAA · Empresa · 1925 - ??

Em 1925 surge a Hidro-Eléctrica do Alto Alentejo: empresa constituída com a finalidade de criar e levar energia mais barata não só a algumas populações do Distrito, mas também a indústrias da região. O Eng. José Custódio Nunes, natural Póvoa e Meadas, cedo conseguiu compreender a necessidade de aproveitar as grandes torrentes de água que nos meses de Inverno engrossavam o caudal da Ribeira de Nisa, transformando toda esta força em energia eléctrica.
No escasso período de apenas dois anos era dado por concluído o paredão, de directriz ligeiramente convexa, secção trapezoidal, 28,5 metros de altura máxima e um desenvolvimento de 360m, criando uma superfície inundável, ao Nível de Pleno Armazenamento, de 236ha e 6km de comprimento.
Surge então em 1927 a Barragem de Póvoa e Meadas tendo sido a primeira e maior Hidro-Eléctrica de Portugal. Situa-se a cerca de 11km para Noroeste de Castelo de Vide, abrangendo uma área inserta nas freguesias de S. João Baptista e S. Tiago Maior, e é alimentada pela mais longa ribeira do concelho de Castelo de Vide, para além de uma série de pequenos cursos de água.

Grand port maritime de Dunkerque
GPMD · Entidade Pública · 1350 -

A compter de 1958, s’engage une période d’importantes extensions des infrastructures portuaires.
La perte de la productions sarroise (dommages de guerre), la montée en puissance des besoins des produits sidérurgiques conduisirent à l’idée d’une sidérurgie « pieds dans l’eau ». Dès 1958, un nouveau bassin maritime, gagné sur la mer, fut creusé ; il reçut son premier navire en 1962. Des navires de 55 000 tonnes pouvaient accéder, via l’écluse Watier, à ce bassin d’environ 100 ha, équipé dans un premier temps de deux portiques de 30 tonnes. D’un tonnage quasi nul en 1961, les importations de minerai atteignaient 5 millions de tonnes en 1963. Avec près de la moitié du tonnage de minerai réexpédié vers la sidérurgie du Nord, de la Lorraine, du Luxembourg et de la Sarre, Dunkerque devenait le premier port minéralier de France.
Du côté fluvial, une dérivation de 11 km, débouchant à l’Ouest du bassin Maritime permit de mettre au gabarit européen l’axe Dunkerque-Escaut. les péniches de 300 tonnes cohabitaient désormais avec les chalands de 1 350 T et convois poussés de plus de 3 000 T.
De nouvelles installations furent réalisées, répondant aux besoins de trafic en plein développement : un chai à vin (43 000 hl), un hangar à étage climatisé (15 000 m²) … Durant la période 1950-1960, Dunkerque est ainsi devenu le premier port français pour l’importation de fruits et primeurs. Le hangar aux textiles voyait sa superficie portée à 50 000 m². La capacité de production de la raffinerie BP fut largement augmentée (2 MT en 1955). Le port fut également doté d’un centre de réparation comportant une souille avec un dock flottant auquel viendra s’adjoindre, en 1962, un nouveau dock de 20 000 tonnes, un quai de 375 m, des terre-pleins …
En 1951, le port franchit le cap des 5 400 000 tonnes et, en 1958, les 8 millions de tonnes doublaient le tonnage de 1938.
1970 vit l’achèvement de la construction de l’écluse « Charles de Gaulle » : ses dimensions permettaient de livrer passage aux navires de plus de 100 000 tonnes et de 13,75 mètres de tirant d’eau. Elle fut inaugurée par Jacques CHABAN-DELMAS, Premier Ministre, le 3 Mars 1972.
Le Port Autonome de Dunkerque est né le 8 Novembre 1965, avec l’entrée en vigueur de la Loi du 1er Avril 1966, créant les ports autonomes maritimes
1975 voyait l’entrée du premier navire dans le nouveau port Ouest, accessible aux pétroliers de 300 000 Tonnes.
En 2008, son fonctionnement et son administration ont été revus, dans le cadre de la réforme des grands ports français voulue par le gouvernement français. Le port autonome est ainsi devenu un grand port maritime à la suite du décret no 2008-1038 du 9 octobre 2008. La circonscription du grand port maritime est déterminée par un décret en Conseil d'État.
En vertu des nouveaux statuts, il est administré par un directoire de trois membres5. Son conseil de surveillance comprend notamment des représentants de l'État, du personnel, des collectivités territoriales (Nord-Pas-de-Calais, département du Nord, Communauté urbaine de Dunkerque, commune de Dunkerque) et de la Chambre de commerce et d'industrie Côte d'Opale. Un conseil de développement de trente membres assiste les organes statutaires.
Mercredi 22 avril 2015, les travaux du nouveau terminal transmanche ont été officiellement lancés par une cérémonie de pose de première pierre.

Rui Ochôa
RO · Pessoa singular · [1949] -
Eduardo Tomé
EDTO · Pessoa singular · - Setembro 2008
António Sousa Gomes
SG · Pessoa singular · 20/01/1936 - 20/02/2015

Licenciado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico.

Carlos Alberto Vieira
CAV · Trabalhador Fábrica Maceira · 22/02/1917 -
Carlos Alves Varanda
CAALVA · Trabalhador Fábrica Maceira · 03/04/1914 - ??
Carlos Mariano de Matos
CMdS · Trabalhador Fábrica Maceira · 27/03/1905 - ??
Carlos Marques Dourado
CMD · Trabalhador Fábrica Maceira · 07/08/1937 -
Carlos Pedroso
CAPE · Trabalhador Fábrica Maceira · 10/03/1917 -
Carlos Pereira da Silva
CPdS · Trabalhador Fábrica Maceira · 26/10/1917 -
Carlos Pinto Santos
CPS · Trabalhador Fábrica Maceira · 14/11/1919 -
Carlos Ricardo da Silva
CRdS · Trabalhador Fábrica Maceira · 05/04/1909 - ??
Carlos Sebastião de Pontes Leça
CSdPL · Trabalhador Organismos Sociais ECL · 20/01/1906 - ??

01/10/1944 - Inicia funções na E.C.L.

Albertino Angélico
ALBANG · Trabalhador Fábrica Maceira · 23/10/1923 -
Carlos da Silva Ferraz
CdSF · Trabalhador Fábrica Maceira · 25/04/1915 - ??
Celestino do Amaral
CdA · Trabalhador Fábrica Maceira · 28/07/1922 -
Casimiro Matos Volante
CMV · Trabalhador Fábrica Maceira · 25/07/1921 -
Celestino Jesus Varela
CJV · Trabalhador Fábrica Maceira · 24/11/1928 -
Grupo José Mello
GJM · Empresa · 1891 -

Fundador - José Alfredo da Silva

César do Amaral
CEdAM · Trabalhador Fábrica Maceira · 17/03/1926 -
Clarinda da Silva
CdS · Trabalhador Organismos Sociais ECL · 24/03/1920 -
Claudina Carapinha
CLCA · Trabalhador Fábrica Maceira · 13/09/1920 -