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Registo de autoridade
Limak Şanlıurfa Çimento
ŞANLIURFACIM · Empresa · 1986 -

2007 - Şanlıurfa Çimento foi comprada e integrada no grupo Limak Çimento

Zelinda Mourato Pescada
ZMP · Familiar Trabalhador Outra Entidade · 08/08/1969 - ??
Zarzis Béton
ZARZIS · Empresa
Vergílio de Sousa
VerdS · Trabalhador Organismos Sociais ECL · 19?? - ??
Vasco da Silva Pinheiro
VdSP · Trabalhador Fábrica Maceira · n. 03/04/1913 -
Venâncio José Nunes
VN · Trabalhador Fábrica Maceira · [1903] - ??
Vítor Ramalho
VIRAM · Pessoa singular · 1948 -

Licenciado em Direito, pela Faculdade Clássica da Universidade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa. Conhecedor da realidade dos países de expressão portuguesa, já desempenhou diversos cargos, como Secretário de Estado do Trabalho, consultor da Casa Civil do Presidente da Republica, Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Economia, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Angola, presidente da 11.ª Comissão da Assembleia da República e Presidente do Núcleo Nacional do Fórum dos Parlamentares de Língua Portuguesa, presidente da INATEL, presidente de várias Associações Lusófonas, coorganizador do I congresso dos Quadros Angolanos no Exterior, vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa e presidente da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa (1969).
Atualmente é, também, uma das 5 personalidades de Reconhecido Mérito do Conselho Económico e Social (CES).

Vitória Maria de Sousa
VIMdS · Familiar Trabalhador Fábrica Maceira · 16/06/1944 - ??
Virgílio Diniz Santos
VDS · Trabalhador Fábrica Maceira · 06/02/1936 - ??
Virgolino Bento Pereira
VBP · Trabalhador Outras Entidades · 05/06/1938 - ??
Virgílio Ascenso
VA · Trabalhador Fábrica Maceira · 28/08/1932 - ??
Vickers-Armstrongs Limited
V.A. · Empresa · 1927 - 1977

Conglomerado de empresas de engenharia britânica formada pela fusão dos ativos da Vickers Limited e Armstrong Whitworth

União Nacional
UN · Entidade Pública · 30/07/1930 - 1970
Umbelino Duarte Coelho
UDC · Trabalhador Outras Entidades · 05/10/1932 - ??
Teatro Nacional D. Maria II
TNDM · Entidade Pública · 13/04/1846 -

O Teatro Nacional abriu as suas portas a 13 de abril de 1846, durante as comemorações do 27.º aniversário da rainha Maria II (1819-1853), passando por isso a exibir o seu nome na designação oficial. Na inauguração, foi apresentado o drama histórico em cinco atos O Magriço e os Doze de Inglaterra, original de Jacinto Aguiar de Loureiro. Mas a história do Teatro Nacional D. Maria II começa dez anos antes da sua inauguração.
Na sequência da revolução de 9 de setembro de 1836, Passos Manuel assume a direção do Governo e uma das medidas que tomou nesse mesmo ano foi encarregar, por portaria régia, o escritor e político Almeida Garrett de pensar o Teatro português em termos globais e incumbi-lo de apresentar "sem perda de tempo, um plano para a fundação e organização de um teatro nacional, o qual, sendo uma escola de bom gosto, contribua para a civilização e aperfeiçoamento moral da nação portuguesa”.
Por esse mesmo decreto, Almeida Garrett ficou encarregue de criar a Inspeção-Geral dos Teatros e Espetáculos Nacionais e o Conservatório Geral de Arte Dramática, instituir prémios de dramaturgia, regular direitos autorais e edificar um Teatro Nacional "em que decentemente se pudessem representar os dramas nacionais".
O ambiente romântico que se vive nesta altura em toda a Europa determina a urgência em encontrar um modelo e um repertório dramatúrgicos nacionais, ou seja, o aparecimento de um teatro (e de um repertório) nacional era uma questão não só cultural como, sobretudo, política e assumida como um assunto estreitamente ligado à própria independência da nação, que saíra de tempos conturbados após as invasões francesas e as lutas liberais.
Entre 1836, data da criação legal do teatro, e 1846, data da sua inauguração, o já existente e decrépito Teatro da Rua dos Condes funcionou como provisório Teatro Nacional. Após muita polémica, o local escolhido para instalar o definitivo Teatro Nacional foram os escombros do palácio dos Estaús, antiga sede da Inquisição e que, também em 1836, tinha sido destruído por um incêndio. A escolha de um arquiteto italiano, Fortunato Lodi, para projetar e executar o Teatro Nacional não foi isenta de críticas e só em 1842 Almeida Garrett consegue dar início às obras.
Durante um largo período de tempo, o Teatro Nacional foi gerido por sociedades de artistas que, por concurso, se habilitavam à sua gestão. Após a implantação da República, passou a chamar-se Teatro Nacional de Almeida Garrett. A gestão mais duradoura foi a de Amélia Rey Colaço / Robles Monteiro, que permaneceu no teatro de 1929 a 1964, mas a mais célebre terá sido a da companhia Rosas e Brasão, entre 1881 e 1898, durante a qual foi ousada uma mudança de reportório (primeiras criações de peças de Shakespeare em Portugal).
Em 1964, o Teatro Nacional foi palco de um brutal incêndio que apenas poupou as paredes exteriores e a entrada do edifício. O edifício que hoje conhecemos, e que respeita o original estilo neoclássico, foi totalmente reconstruído e só em 1978 reabriu as suas portas.
Em março de 2004, o Teatro Nacional D. Maria II foi transformado em sociedade anónima de capitais públicos, passando a ser gerido por administração própria e sujeito à superintendência e tutela dos Ministérios das Finanças e da Cultura. Em 2007, o TNDM II foi integrado no sector empresarial do Estado.

Tereza Inês Pereira
TIP · Familiar Trabalhador Fábrica Maceira · 12/04/1957 - ??
Teresa Henriques Moniz
THM · Familiar Trabalhador Outra Entidade · 15/02/1933 - ??
TEMA Consulting
TEMACONSULT · Empresa
Tecnosecil
TCNSCL · Empresa · 19?? - 2006