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Registo de autoridade
Januário Gomes
JG · Pessoa singular · Século XX - ??
António d'Aguiar
AG · Pessoa singular · 19?? - ??
David Miroto
DM · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Conceição Carvalho
CONCAR · Familiar Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Constantino Sousa
CS · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
A. Tomás
AT · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Abel Domingues Filipe
ADF · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Abílio Dourado
AbDo · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Adelino Magalhães
AM · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Afonso Francisco
AFFR · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Agostinho Joaquim
AJ · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Babcock & Wilcox
B&W · Empresa · 1856 -
Cobrascom
CC · Empresa · 19?? -
Permutit
Permutit · Empresa · 1911 -
Polysius AG
P.AG · Empresa · 1859 -
Alfredo Alves
AlAl · Trabalhador Fábrica Maceira · 1958 - 1959
Amadeu Soares Fonseca
ASF · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Álvaro Rodrigues
ALRO · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Álvaro Soares
AS · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Tribunal de Leiria
T.L. · Entidade Pública · 19?? -
Lusotecna
L · Empresa · 1965 -
Simões Pereira
SP · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Sociedade Eléctrica do Oeste
S.E.O. · Empresa · 1948 -

Surgiu em 1948, criada pelas companhias Hidroeléctrica do Alto Alentejo, Eléctrica das Beiras e Reunidas de Gás e Electricidade. Objectivo: fornecer energia eléctrica ao consumo doméstico e industrial dos concelhos da área emergente do Oeste. A Seol comprava energia em alta tensão àquelas companhias produtoras e vendia-a em baixa tensão aos consumidores finais. A sede era nas Caldas, nos chamados prédios do Viola, onde também habitava o pessoal qualificado da empresa. Começou por abastecer Porto de Mós e Batalha. Houve que proceder à montagem de uma
linha entre Porto de Mós e Caldas, de forma substituir aqui a pequena central, localizada junto á linha do caminho de ferro, que produzia energia para a cidade. Essa linha passava também por Alcobaça e prolongava-se até à Várzea de Óbidos. Mais tarde chegou a Peniche, Lourinhã e Cadaval e, para norte, à Marinha Grande. Paricularmente importante era chegar a Peniche, cidade abastecida por uma pequena central a gasóleo que não tinha capacidade nem fornecer emergia às habitações, muito menos às indústrias de frio e conservas. Estas fábricas tinham geradores próprios, que funcionavam deficientemente.
1 Fonte: entrevista com Ernesto Ferreira Arroz, a 20 de Junho de 2007
Nos prédios do Viola, na rua Fonte do Pinheiro, funcionavam escritórios e oficinas. Um sector administrativo ocupava-se de contratos e contabilidade. Um sector técnico de projectos de extensão de linhas, concepção das subestações e a montagem dos postos. A distribuição de baixa tensão supunha linhas de média tensão, a instalação final de contadores e um serviço eficaz de manutenção e reparação de avarias. O pessoal das oficinas efectuava a construção das estruturas, só se adquirindo no exterior os isoladores cerâmicos.
As subestações armazenavam a energia adquirida. Eram, nos anos 60, quando a empresa começou a crescer com a procura industrial e da rede de frio para o sector hortofrutícola e das pescas, sobretudo dois: em S. Jorge (para a energia adquirida à Hidroeléctrica do Alto Alentejo e das Beiras) e na Sancheira (para a energia comprada às Companhias Reunidas do Gás e Electricidade).
O crescimento deste sector teve impacte no ensino secundário. A formação de electricistas ganhou lugar importante na Escola Técnica das Caldas da Rainha. Os tecnicos da SEOL asseguraram o ensino, em regime pós-laboral, na escola secundária.
in Fichas do Património Empresarial do Século XX, Serra, João B. (coord.)

Domingo Ferreira
DF · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Domingos Rodrigues
DR · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -
Emanuel Correia Cunha
ECC · Trabalhador Fábrica Maceira · 19?? -