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Registo de autoridade
Carlos Eduardo Coelho Alves
CECA · Pessoa singular · 19?? -

Licenciado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico em 1971

Constantino de Sousa
CodSo · Trabalhador Fábrica Maceira · 19/01/10917 -
Constantino Pedro
COPE · Trabalhador Fábrica Maceira · 18/05/1914 - ??
Cristiano dos Santos
CRdSAN · Trabalhador Fábrica Maceira · 25/02/1890 - ??
SCANCEM International, DA
SCANCEM · Empresa · 1986 -

A empresa possui, opera e gera fábricas de cimento, centrais de britagem e terminais em África. Igualmente comercializa e distribui cimento. Foi incorporada em 1986 na HeidelbergCement AG.

Alberto João jardim
AJJ · Pessoa singular · 04/02/1943 -

Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi jornalista na Voz da Madeira e, mais tarde, diretor do Jornal da Madeira . Antigo membro da Comissão Administrativa da Cooperativa Agrícola do Funchal, fez parte dos corpos gerentes de várias instituições filantrópicas.
Tendo sido um dos fundadores do Partido Social Democrata (PSD) na Madeira, ocupou desde sempre o cargo de presidente da sua Comissão Política Regional, tendo sido vice-presidente a nível nacional vários mandatos. Em 1978 tornou-se o presidente do Governo Regional da Madeira, sendo reeleito para mandatos sucessivos, tendo-se retirado após concluir mais um mandato em 2015. Entre 1987 e 1996 foi presidente das Conferências das Regiões Periféricas da União Europeia, da qual ficou a ser Presidente Honorário.

Limak Şanlıurfa Çimento
ŞANLIURFACIM · Empresa · 1986 -

2007 - Şanlıurfa Çimento foi comprada e integrada no grupo Limak Çimento

Mário Lino
MARLINO · Pessoa singular · 31/05/1940 -

Licenciou-se em Engenharia Civil em 1965, no Instituto Superior Técnico e concluiu um mestrado em Hidrologia e Gestão dos Recursos Hídricos pela Universidade do Estado do Colorado (Estados Unidos da América).
Até 1991 foi militante do PCP. Foi Presidente do Conselho de Administração da Editorial Caminho e da Edições Avante. Foi deputado à Assembleia Municipal de Lisboa entre 1994 e 1996 e nas eleições autárquicas de 2005 apresentou-se nas listas do PS para a Câmara Municipal de Oeiras.
Enquanto Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações no XVII Governo Constitucional defendia a Ota como localização para o novo Aeroporto de Lisboa, tendo ficado famosa a sua concordância com uma equipa de ambientalistas que defendiam que aeroporto na margem sul do Tejo Jamais, jamais! (em francês)

Câmara Municipal do Porto
CMPORTO · Entidade Pública · [1822] -

A cidade do Porto era, inicialmente, o morro da Sé. A Rua das Aldas ou a Rua da Penaventosa datam desta altura. O morro era rodeado por muralhas.
Por iniciativa de D. Teresa, em 1120, é concedido ao bispo D. Hugo um vasto território. O prelado, volvidos três anos, dá a carta de foral aos moradores. O foral era bastante generoso, o que contribuiu para o rápido desenvolvimento do território. As muralhas foram rapidamente extravazadas em todas as direcções.

Agostinho Filipe
AGFE · Trabalhador Fábrica Maceira · 17/[12]/1917 - ??
Câmara Municipal do Montijo
CMM · Entidade Pública · 15/09/1514 -

Na génese do concelho de Aldeia Galega está o concelho mais amplo do Ribatejo, remontando este ao séc. XII. A sua área integrava duas freguesias, Santa Maria de Sabonha e São Lourenço de Alhos Vedros, no séc. XIV elevadas a concelho. Sabonha virá, no séc. XV, a dar origem aos concelhos de Alcochete e de Aldeia Galega do Ribatejo, sendo este o único a conservar o topónimo original.
Os habitantes das localidades de Sarilhos, Lançada, Aldeia Galega, Montijo, Samouco e Alcochete dedicavam-se à pesca, à exploração de salinas e à produção de vinho. O abastecimento de vinho, sal e frutas, quer a Lisboa, quer aos navios fundeados no Tejo, estava na origem do intenso movimento de embarcações, nomeadamente, barcas e batéis A barca de Aldeia Galega destinava-se, especificamente, ao transporte de lenha.
Durante a regência de D. Pedro (1439-1446), sendo Mestre da Ordem de Santiago seu irmão, o infante D. João, foi construída uma estacada, obra de engenharia importante para a época, que impediu o assoreamento do rio, tornando mais fácil a navegação fluvial para Aldeia Galega.
O desenvolvimento da localidade justificou a atribuição de foral em 15 de Setembro de 1514 pelo rei D. Manuel I; desconhecendo-se a razão, o mesmo monarca voltou a atribuir novo foral em 17 de Janeiro de 1515, desta vez um único diploma para duas vilas: Aldeia Galega do Ribatejo e Alcochete.
Em 1533 o Correio-Mor estabeleceu em Aldeia Galega a sede principal da Posta do Sul, serviço que assegurava o transporte de correspondência. Desde então começaram a passar inúmeros viajantes, vindos de Lisboa, com destino ao Sul ou a Espanha.
Em 1574 foram redefinidos os limites dos concelhos de Aldeia Galega e de Alcochete.
Em Dezembro de 1640 o Duque de Bragança, futuro D. João IV, no caminho para Lisboa, onde viria a ser aclamado rei, pernoitou em Aldeia Galega. Outros monarcas também por aqui haveriam de passar: D. João V, D. João VI, ainda príncipe herdeiro, D. Maria II.
No decorrer do séc. XVIII assistiu-se a uma mudança gradual da economia local: a preponderância das actividades ligadas ao rio e à agricultura cedeu lugar às actividades comerciais e industriais, nomeadamente, ao comércio e transformação de gado suíno. Paralelamente fixaram-se inúmeros alentejanos em Aldeia Galega.
A importância da sua situação geográfica, como via de ligação entre Lisboa, o Sul do país e a fronteira, é evidenciada num Decreto emitido durante o reinado de D. Maria II, que definia, no contexto das necessidades de reparação das estradas do país, como prioritária a estrada de Aldeia Galega do Ribatejo ao Caia e de Lisboa ao Porto, pela sua relevância para a economia do país.
Na segunda metade de Oitocentos, nas férteis terras de Aldeia Galega, cresciam cereais, vinho e frutas, os pinhais abundavam e rio dava peixe, marisco e sal. A sua economia agrícola e industrial, aliada à já referida situação geográfica – ponto de escala de quem pretendia alcançar a capital do reino, vindo do Sul ou da fronteira, ou de quem de Lisboa viajava para aquelas direcções -, faziam de Aldeia Galega do Ribatejo um importante entreposto comercial.
A construção do caminho-de-ferro do Sul e Sueste, ao desviar o fluxo de passageiros e mercadorias, conduziu a uma recessão económica na localidade que foi ultrapassada com o incremento do comércio e transformação de gado suíno. No início do séc. XX e até à década de 50, assistiu-se à expansão desta actividade, assim como da indústria corticeira. Paralelamente a este apogeu económico, a vila de Montijo viu surgirem importantes infraestruturas e equipamentos: a praça de touros, o mercado municipal, o cinema-teatro, a cadeia comarcã, o palácio da justiça, a reformulação do parque municipal Carlos Loureiro.
Em 6 de Julho de 1930, pelo Decreto nº 18434, a vila e o concelho de Aldeia Galega do Ribatejo passaram a denominar-se Montijo. À época era constituído por três freguesias: Montijo, Sarilhos Grandes e Canha. Em 1957 foi criada, pelo Decreto-Lei nº 41320, de 14 de Outubro, a freguesia de Santo Isidro de Pegões.
Em 14 de Agosto de 1985, com a Lei nº 32, a vila de Montijo foi elevada à categoria de cidade. Nesse mesmo ano foram criadas as freguesias de Atalaia, Pegões e Alto Estanqueiro-Jardia. Em 1989 a Lei nº 34, de 24 de Agosto, publica a criação da freguesia de Afonsoeiro.
Com a Lei n.º 22/2012 de 30 de Maio e a Lei n.º11-A/2013 de 28 de janeiro, o concelho do Montijo passou a ser composto por cinco freguesias e uniões de freguesias: União de Freguesias de Atalaia e Alto Estanqueiro-Jardia; Freguesia de Canha; União de Freguesias Montijo e Afonsoeiro; União de Freguesias de Pegões e Freguesia de Sarilhos Grandes.

Câmara Municipal de Braga
CMB · Entidade Pública · 16 a.c. -

Com mais de 2000 anos de história Braga é a mais antiga cidade portuguesa e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo.
Fundada pelos romanos no ano 16 a.C. e denominada de “Bracara Augusta” em honra do imperador César Augusto, no âmbito da reorganização administrativa preconizada pelo Imperador a Norte do Douro. Durante o período dos Flávios, Bracara Augusta recebeu o estatuto municipal e foi elevada a sede do conventus, tendo tido funções administrativas sobre uma extensa região. A partir da reforma de Diocleciano passou a ser a capital da recente província da Gallaecia de onde irradiavam 5 Vias Romanas, com um vasto território que ía desde o norte do Douro até ao Cantábrico.
No século V a cidade foi tomada pelos invasores suevos, que a escolheram como capital do seu reino.Após conquistas e reconquistas de vários povos, o rei de Leão, D. Afonso IV doou-a como dote a sua filha D. Teresa, aquando do seu casamento com o Conde D. Henrique de Borgonha.

Kodak Portuguesa
KODAKPT · Empresa · 1919 -
Abílio Febra
AFebra · Trabalhador Fábrica Maceira · 01/11/1922 - ??
Albino Faria Azevedo
AFAzevedo · Trabalhador Fábrica Maceira · 22/07/1904 - ??
Adolfo Ribeiro Saldanha
ARSaldanha · Trabalhador Fábrica Maceira · 04/04/1926 - 15/08/2012
Agostinho Jacob
AJacob · Trabalhador Fábrica Maceira · 29/05/1923 - ??
Nuno Maia Silva
NMdS · Pessoa singular · 19?? -

Licenciatura em Relações Internacionais pela Universidade de Lisboa

Francisco de Paula Leite Pinto
FdPLP · Trabalhador Outras Entidades · 16/10/1902 - 29/05/2000

Francisco de Paula Leite Pinto GOC • GCC • GCSE • GCIH • ComIP • GCIP foi um professor universitário, ilustre engenheiro, escritor e político português no período do Estado Novo.
Na sua actividade política destacam-se o cargo de Ministro da Educação Nacional (1955-1961) e de deputado à Assembleia Nacional (1938-1942). Continuou na docência fora de Portugal depois do 25 de Abril, em França e no Brasil.
Formação académica
Com elevadas classificações obteve os seguintes diplomas universitários: Licenciatura em Matemática e curso de Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, curso da Escola Normal Superior de Lisboa, prosseguiu os seus estudos em Paris e obteve ainda o diploma superior de Astronomia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Paris, «Ingénieur des Ponts et Chaussées» pela Escola de Paris ou École Nationale des Ponts et Chaussées, onde se diplomou em Engenharia Civil, e Doutor em Astrofísica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Paris.
Actividade académica
Iniciando a carreira no ensino como professor do ensino liceal, Leite Pinto enveredou pela carreira académica universitária, onde foi professor catedrático do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (1940-1973) da Universidade Técnica de Lisboa, instituição onde desempenhou o cargo de reitor (1963-1966), e na Escola do Exército.
Foi leitor de português na Sorbonne (1931-1933)[3], tendo ainda lecionado na Escola do Exército e no Instituto Superior Técnico.
embro de várias sociedades científicas nacionais e estrangeiras, foi um dos fundadores da Sociedade Portuguesa de Matemática.
Actividade na administração pública e na política
Secretário do Instituto de Alta Cultura (1936-1939), Leite Pinto é deputado da Assembleia Nacional na II legislatura (1938-1942) e procurador da Câmara Corporativa[1] nas VI, VIII, IX e X legislaturas.
Secretário-Geral da Junta de Educação Nacional entre 1934 e 1939, foi igualmente dirigente da Mocidade Portuguesa entre 1937 e 1945.
Entre 1943 e 1948 foi Administrador-delegado da Companhia de Caminhos de Ferro da Beira Alta, onde desenvolveu uma acção extremamente valiosa, activamente humanitária e de repercussão política -, de negociações, acolhimento e recepção dos milhares de fugitivos da segunda guerra mundial em colaboração com Professor Moisés Bensabat Amzalak, Reitor, Líder da Comunidade Israelita de Lisboa e Reitor da Universidade Técnica de Lisboa.[5] A linha de caminho de ferro da Beira-Alta foi, segundo Leite Pinto, a “Estrada do Céu” para milhares de entes que, desolados haviam atravessado uma Espanha desolada.[6] Em 1950 era Administrador da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, foi Vogal do Conselho Superior de Transportes Terrestres e Vogal da Junta das Missões Coloniais.
Presidente da Comissão de Estudos de Energia Nuclear, criada no Instituto para a Alta Cultura (1949), do qual foi Diretor, presidiu à Junta de Energia Nuclear (1961-1967).
Foi Vogal do Conselho da Ordem da Instrução Pública e Chanceler das Ordens Honoríficas do Mérito Civil (1961-1974).
Entre 1967 e 1971 presidiu à Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica que contribuiu para fundar e organizar.
Entre 1967 e 1969 foi Administrador da Fundação Calouste Gulbenkian e presidente do Instituto Gulbenkian de Ciência
Foi autor de muitas publicações de carácter científico e didáctico.

Franklin Henriques da Cunha
FHdC · Pessoa singular · 13/03/1922 - 20/08/1974

Entrou para o Seminário Diocesano de Leiria no ano de 1933 e foi ordenado padre em 1944. Começou na sua terra natal e depois foi pároco na paróquia de Pataias para onde foi no dia 19 de Janeiro de 1945 e onde se manteve durante dezoito anos até ao ano de 1963. Antes de vir para a Vieira de Leiria, foi nomeado capelão das Forças Armadas em África.
Por todos os lugares por onde passou deixou obra feita. A comprová-lo estão as homenagens que os paroquianos lhe foram prestando, como aconteceu na freguesia de Pataias, onde lhe fizeram uma estátua de corpo inteiro e em Vieira de Leiria, onde deram o seu nome à Escola Preparatória e lhe ergueram um busto que está no adro da igreja.
O Padre Franklin foi o grande responsável pela criação das boas condições para os vários níveis de ensino na Vieira de Leiria. A ele se deve a origem do primeiro Jardim de Infância, em 1968, assim como a criação do ensino Preparatório e Secundário.
Também foi o responsável pela construção da capela da Praia da Vieira que tem a particularidade de ser toda construída com madeiras do Pinhal de Leiria.
Foi uma pessoa que, pelo seu trabalho e sacrifício em favor da Vieira, mereceu das pessoas o maior respeito e admiração.

Audit & Systems
AuditSystems · Empresa · ??
Auer
AUER · Empresa · [1892] - ??
Maria da Nazaré do Carmo
MdNdC · Familiar Trabalhador Fábrica Maceira · [1905] - ??
Custódio do Carmo
CdC · Trabalhador Fábrica Maceira · 15/08/1913 - ??
Custódio Salgueiro
CUSSAL · Trabalhador Fábrica Maceira · 14/09/1914 - ??
Daniel Cipriano
DC · Trabalhador Fábrica Maceira · 050/05/1902 - ??
Euroconstruct
EUROCONSTRCT · Pessoa coletiva · 1974 -
Sollac Atlantique SA
SOLLACSA · Empresa · 13 de Dezembro de 1948 - 2007
Sobemai
SOBEMAI · Empresa · ?? -